junho 27, 2026

Realidade fiscal do Estado frustra previsões oposicionistas em Goiás

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Para os adversários do governo, que apostavam no enfraquecimento fiscal após a saída de Caiado do comando do Executivo, os dados divulgados trazem uma realidade difícil de contestar

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A aprovação, pelo plenário do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO), do relatório que recomenda a aprovação das contas de governo de 2025 — último exercício completo da gestão do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) — representou, em análise do cenário eleitoral em andamento, mais um duro revés para a oposição goiana, que ensaiava construir um discurso baseado na suposta deterioração das finanças estaduais.

A análise técnica da Corte de Contas, somada à divulgação dos resultados fiscais do primeiro quadrimestre de 2026, incluindo abril, primeiro mês de gestão exclusiva do governador Daniel Vilela (MDB), reforça uma narrativa que a base governista vem sustentando há anos: Goiás alcançou um patamar de equilíbrio fiscal raro entre os estados brasileiros. O parecer favorável do TCE-GO é uma chancela formal das contas de governo.

O relator do processo, conselheiro Sebastião Tejota, destacou o cumprimento das exigências constitucionais nas áreas de saúde e educação, o atendimento das metas fiscais e a observância dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Os números apresentados e aprovados pela corte de contas desmontam, portanto, um dos principais argumentos que vinham sendo ensaiados pela oposição.

Em um cenário eleitoral no qual a oposição buscava transformar a gestão financeira em ponto vulnerável do governo, os números produzidos pelos órgãos de controle e pela própria execução orçamentária acabam produzindo o efeito contrário: fortalecem o discurso de continuidade administrativa e oferecem a Daniel Vilela um dos ativos mais valiosos de qualquer campanha eleitoral: resultados concretos e auditados.

Controle evidencia continuidade

Significativo também foi o desempenho fiscal registrado já sob a condução exclusiva de Daniel Vilela. As contas do primeiro quadrimestre de 2026 apontam superávit orçamentário de R$ 708,5 milhões e um índice de despesas com pessoal de apenas 40,28%, muito abaixo do limite de alerta fixado em 43,74%.

A Dívida Consolidada Líquida é uma das menores da história de Goiás: 32,48% da Receita Corrente Líquida. Trata-se de um indicador que evidencia não apenas controle administrativo, mas também capacidade de planejamento para sustentar investimentos e políticas públicas sem comprometer a saúde financeira do Estado.

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